Transplante Capilar em Goiânia

O que é o transplante capilar em Goiânia

A queda do cabelo e o desbaste do couro cabeludo é conhecida como alopecia ou simplesmente calvície, onde os fios de cabelo sofrem queda e o cabelo fica irregular e fraco. Por qualquer uma das razões, que mencionaremos a seguir, a calvície afeta muitas pessoas, na sua autoestima e imagem pessoal, por isso que foram desenvolvidas técnicas para trata-la para que estas pessoas possam voltar a condição anterior. Uma das técnicas de maior sucesso, que envolve a cirurgia estética, é o conhecido implante capilar em Goiânia, onde cada um destes fios perdidos é substituído por um folículo capilar saudável, estimulando o couro cabeludo, permitindo o crescimento e regeneração completa do cabelo.

No transplante de cabelo em Goiânia, a idade do paciente e a saúde geral do cabelo devem ser tidas em conta, bem como as características da alopecia, para que o transplante possa ser focado no caso específico e tratado da forma mais eficaz. É importante esclarecer a razão pela qual a calvície foi gerada, bem como esclarecer que ela é comum e possível tanto em homens como em mulheres, embora as pessoas do sexo masculino sejam bem mais propensas a sofrer desse mal, e cada sexo conta com causas particulares de alopecia.

Nas mulheres, isto acontece por duas razões. A primeira é a gravidez; embora durante a gravidez sejam gerados hormônios que promovem o crescimento do cabelo, uma vez na fase pós-parto, estes hormônios diminuem significativamente, enfraquecendo assim o couro cabeludo. A alopecia após a gravidez é muito comum e ocorre em um grande número de mulheres que já deram à luz. A segunda causa de alopecia nas mulheres é a menopausa. Durante esta fase, o ciclo de vida do cabelo torna-se mais curto e o corpo liberta uma maior quantidade de hormônios masculinos, conhecidos como hormônios andrógenos, que influenciam grandemente a queda de cabelo.

Nos homens, a calvície ocorre muito mais do que nas mulheres, e é gerada principalmente pela predisposição genética. Se um homem tem familiares diretos com calvície, é muito provável que venha a sofrer do mesmo problema quando atingir uma certa idade. Além disso, apresentam quantidades elevadas de hormônios androgênicos, que aceleram ou aumentam o processo.

Agora, ambos os gêneros podem partilhar causas de alopecia, onde podemos ver primeiro a idade, como sabemos, um dos sinais de envelhecimento é o aparecimento de cabelos grisalhos, devido à perda de melanina no cabelo. Além disso, as fibras proteicas que compõem o cabelo vão diminuindo de tamanho e perdendo pigmento, pelo que um cabelo, uma vez grosso e escuro, tornar-se gradualmente fino e branco. O stress pode causar até três tipos de calvície, tanto emocional como física.

Normalmente, não causa queda de cabelo permanente, mas pode tornar-se crônica se não for tratada, pelo que a melhor forma de a evitar é controlar o stress em grande medida. Além disso, uma má nutrição pode levar à chamada alopecia do déficit nutricional, causada pela falta de vitaminas e proteínas na dieta de uma pessoa, pelo que o cabelo é incapaz de produzir novos fios da mesma forma.

Por este motivo, para ter cabelo saudável, recomenda-se o consumo de proteínas, legumes, frutas e alimentos específicos, como peixe e chocolate amargo. Esta dieta, quando acompanhada de exercício físico intenso constante, gera uma rápida perda de peso. Os exercícios que envolvem força consomem as proteínas do organismo liberando-as através do suor, o que aumenta a gordura do cabelo e, consequentemente, a sua queda.

Outro ponto importante é a negligência no tratamento do cabelo, que pode ocorrer se uma pessoa maltratar o cabelo durante muito tempo, com atividades como amarrar o cabelo muito esticado, causando a chamada alopecia por tração. Acontece também após o uso de tinturas, que enfraquecem as fibras capilares.

Além da alopecia como doença individual, ela também pode ser um sintoma ou consequência de outros problemas. As pessoas com diabetes podem sofrer de calvície devido a níveis elevados de glicose, interrompendo o fluxo adequado do sangue. Também se vê em pessoas que sofrem de lúpus, uma condição em que o cabelo se torna mais fino e cai em grande quantidade.

Ademais, os medicamentos e tratamentos para estas doenças podem causar alopecia, medicamentos como antidepressivos, contraceptivos, betabloqueadores, anti-inflamatórios, entre outros. Também tratamentos como a quimioterapia, que podem causar até mesmo a queda total de cabelo, e a radioterapia da cabeça, onde a quantidade de cabelo perdido depende da intensidade da radiação administrada.

Alopecia pode apresentar-se de diferentes formas, algumas das quais elegíveis para transplantes capilares. Entre estes tipos, temos os que dependem da causa, tais como:

  • Alopecia androgenética: Este é o tipo de alopecia mais comum, representando a maioria dos casos tanto em homens como em mulheres com menos de 30 anos, bem como em pessoas maduras. É principalmente devido à herança genética da pessoa, que produz um excesso de hormônios masculinos chamados hormônios andrógenos, que promovem a queda de cabelo. Nos homens, que são as suas principais vítimas, podem observar perdas principalmente na parte da frente do cabelo, além de uma diminuição geral da densidade do cabelo. Por sua vez, as mulheres afetadas por este tipo de alopecia têm normalmente apenas baixa densidade dos fios, e normalmente perdem-se primeiro na parte central da cabeça e não nas entradas.
  • Alopecia areata: Sendo também muito comum, embora não tanto como a alopecia androgenética, este tipo de alopecia resulta principalmente do stress, afetando os folículos capilares e provocando a queda e não o crescimento de novos folículos. Por sua vez, pode ser causada por doenças autoimunes, tais como lúpus, diabetes tipo 1 e doença da tireoide.

Além destes, temos outros tipos de alopecia, tais como:

  • Alopecia difusa: Sob o nome de eflúvio telógeno, distingue-se por não ter qualquer padrão específico, pois apenas ataca a densidade do cabelo e afeta a sua saúde. Dessa forma o cabelo fica fraco e fino, sem qualquer força para se manter e começa a cair em torno do couro cabeludo sem apresentar falhas e, uma vez caído, não volta a crescer.
  • Alopecia cicatricial: As consequências deste tipo de alopecia são maiores e mais dolorosas, pois o couro cabeludo é substituído por um tecido cicatricial, apresentando inflamação, vermelhidão, escamação e ardor.
  • Alopecia por tração: É causada não pela genética ou pelo estado físico ou psicológico da pessoa, mas pelos hábitos que a pessoa pode ter ao usar penteados com muita tensão que esticam o cabelo durante muito tempo. O couro cabeludo não resiste essa tensão e solta os fios tracionados.

 

Os tipos de alopecia também podem ser determinados a partir das áreas que ela afeta, como exemplo temos alopecia totalis, que afeta apenas a cabeça e é geralmente a mais conhecida; a alopecia universalis, onde o cabelo se perde igualmente em todo o corpo e não apenas numa parte específica; e a alopecia barbae apresenta-se como falhas de calvície ou falta de fios na barba.

Quais são as técnicas de transplante capilar em Goiânia

Além de existirem vários tipos de alopecia, que diferem entre si pelo seu aspecto e características, existe também mais do que uma técnica de implante capilar em Goiânia. Em geral, esta operação requer uma intervenção mínima e pequenas cicatrizes, substituindo os folículos capilares que não apresentam crescimento pelos da área doadora que crescem saudavelmente. As técnicas disponíveis são as seguintes:

  • Técnica FUT: Chama-se técnica da tira, porque nela se faz uma incisão na área doadora, que na maioria dos casos é na nuca ou na parte de trás da cabeça. Desta incisão é extraída uma tira do couro cabeludo que contém as unidades foliculares a utilizar. Uma vez removida, a ferida é suturada e o cirurgião procederá à divisão de cada uma das unidades, com um ou dois fios de cabelo. Assim, a inserção na zona alvo é facilitada, colocando os fios onde são necessários, resultando numa maior densidade e eliminação de falhas, deixando apenas uma cicatriz quase invisível e não incômoda.
  • Técnica FUE: FUE significa Extração de Unidades Foliculares em inglês e pode ser distinguida da técnica FUT, pois não há separação de unidades, já que são extraídas desde o início uma a uma, e não em conjunto como a técnica de tira. Do mesmo modo, uma vez extraídas com pequenas incisões, são inseridas na zona alvo. Outra característica da técnica FUE é que a área deve ser raspada antes de iniciar o procedimento, mas não deixa nenhuma cicatriz visível.
  • Técnica DHI: Esta técnica implica, como se o seu nome indica uma Implantação Capilar Direta. Isto significa que os folículos, tal como na técnica FUE, são extraídos um a um. Caracteriza-se pelo uso do Implanter, uma máquina semelhante a uma caneta que faz um grupo de incisões para inserir os enxertos capilares. Esta técnica garante um maior controle na posição das unidades foliculares, na direção e ângulo desejado destas. Além disso, como os enxertos são inseridos rapidamente e não passam muito tempo fora do couro cabeludo, são capazes de se fixar com mais força e resistência desde o início. Outra diferença entre a técnica DHI e FUE é que não é necessário raspar a área.

Cabe ao cirurgião analisar a condição de saúde do paciente, dizer qual é a técnica mais vantajosa, selecionando a que proporciona o melhor resultado final da operação.

Quem pode fazer um transplante capilar em Goiânia

Sabendo que a alopecia é um mal comum no país, as pessoas que poderiam se beneficiar de um implante capilar em Goiânia podem ser muitas. No entanto, é importante que satisfaçam certos requisitos para participar de um implante, tanto os homens como as mulheres. Este é conhecido como o perfil ideal de paciente, e os seguintes pontos devem ser considerados:

  1. Qualquer possível paciente deve sofrer de algum tipo de alopecia ou ter queda de cabelo em alguma parte do corpo que deseje tratar.
  2. O paciente já deve ter descartado outras opções antes do transplante de cabelo, como cremes, loções, que poderiam resolver o problema sem transplante. A isto se acrescenta a eliminação de causas como o stress e a má alimentação, antes de considerar a hipótese de fazer implantes capilares, pois se a origem da alopecia não for resolvida, a queda de cabelo poderá continuar após o transplante.
  3. Embora não seja um requisito obrigatório, recomenda-se que os pacientes se enquadrem na faixa etária ideal, situando-se entre os 25 e 45 anos. No caso de pessoas mais jovens que isso a alopecia talvez não esteja suficientemente definida; já nos mais maduros, o transplante talvez não alcance a densidade desejada. Em ambos os casos, por ser muito jovem ou demasiado velho, o paciente pode necessitar de outra intervenção mais tarde.
  4. A saúde do paciente deve ser ótima tanto para a cirurgia como para o pós-operatório, o que significa que o paciente não pode ter doenças cardíacas, diabetes ou patologias semelhantes. Já que a primeira pode causar complicações com a anestesia e a segunda hemorragias, pois haverá na cirurgia, mesmo que em menor grau. Portanto, a pessoa deve ser saudável para não complicar o implante capilar em Goiânia durante e após o mesmo.

O perfil ideal de paciente pode ser resumido em: homens, com idade média de 30 anos, com alopecia em qualquer parte do corpo, cuja melhor ou única opção é o transplante capilar, e que não tenham doenças que possam prejudicar o procedimento. Assim, se o paciente se enquadrar neste perfil e estiver sem qualquer outro impedimento, poderá continuar o procedimento, seguindo para a fase pré-operatória.

Antes de um implante de cabelo em Goiânia

Uma vez reunidos paciente e cirurgião para iniciar os preparativos para o transplante capilar, o paciente estará na fase pré-operatória da cirurgia. Essa fase é importante para que o paciente mantenha uma condição ótima e possa garantir uma operação bem sucedida, como em qualquer tipo de procedimento cirúrgico.

Este procedimento envolve não só o cirurgião, mas também os tricologistas (especialistas em couro cabeludo), dermatologistas para examinar a pele do paciente e anestesistas para administrar a anestesia local utilizada antes da incisão ou incisões. No caso de implante capilar, todo o período pré-operatório leva geralmente duas semanas, ocorrendo o seguinte:

  1. Será realizada uma série de testes para verificar a saúde do couro cabeludo e do paciente. Entre estes podemos encontrar a tricoscopia, parte essencial para o diagnóstico da alopecia, que envolve a análise do cabelo sob um dispositivo que permite obter as informações necessárias sobre o estado do couro cabeludo. Para tal não é necessária qualquer preparação prévia, sendo feita “a seco”, apoiando o dispositivo diretamente nos cabelos, ou utilizando um gel ou líquido especial para ajudar na análise. Outra forma de analisar o cabelo de um potencial paciente é com o tricograma, onde se colhe uma amostra dos fios, ao contrário da tricoscopia, onde não é removido nenhum fio de cabelo. O especialista coloca a amostra sob um microscópio, analisando a sua forma e integridade. Algumas vezes é apenas necessário cortar o cabelo, enquanto em outros casos, é preciso observar a raiz, os fios devem ser cuidadosamente removidos. Além destes, o cirurgião pode também solicitar uma análise do sangue para controlar os níveis de glicose, sódio, potássio, testes de hepatite e SIDA e da hemorragia que pode ocorrer durante a cirurgia; e o histórico médico do paciente, desde os seus antecedentes familiares
  2. O paciente deve deixar de tomar medicamentos em tratamentos, principalmente Minoxidil, e outros como anticoagulantes, anti-inflamatórios ou suplementos vitamínicos. Porque todos estes podem afetar a circulação sanguínea, diluí-la ou impedir a passagem de nutrientes para o couro cabeludo, provocando assim uma hemorragia excessiva durante a operação. Do mesmo modo, o paciente deverá evitar o consumo de bebidas alcoólicas ou fumar pelo menos um dia antes da operação. Recomenda-se também que ele não corte o cabelo, de forma alguma, antes do dia da operação.
  3. No dia da operação, as últimas etapas do pré-operatório envolvem o uso de sangue extraído do paciente, passado por um processo de centrifugação para separar o plasma rico em plaquetas, e injetado no couro cabeludo. Isso permitirá que o novo cabelo se adapte adequadamente à sua posição. Em seguida, o cirurgião marcará a forma desejada do cabelo em referência às entradas, especialmente, selecionando tanto a área doadora como a área receptora. Por último, a anestesia será aplicada na zona a ser tratada, sendo local, permitindo que o doente fique acordado durante o procedimento. Raramente é utilizada uma anestesia geral, sendo nos casos em que o paciente está nervoso e pode comprometer o tratamento.

Depois de um implante de cabelo em Goiânia

A última fase da operação envolve, como já referimos, a preparação da área tratada. Uma vez terminada a operação, terá início o processo pós-operatório. É notável que os dois primeiros dias são os mais importantes, e toda esta fase teria a evolução abaixo:

  • Primeiros dias: O paciente poderá ir para casa no mesmo dia da operação, no entanto, terá de voltar no segundo dia após a operação para uma consulta de controle, onde as ataduras serão removidas e a condição imediata do couro cabeludo será analisada. É importante que, antes desta consulta, o paciente não toque ou lave o cabelo, pois a primeira lavagem deve ser feita pelos especialistas, para que estes possam ajudar os folículos capilares a adaptarem-se. Tal como no período pré-operatório, nos primeiros três dias não é permitido fazer exercícios muito exigentes, nem consumir bebidas alcoólicas e anticoagulantes ou aspirinas. Deve-se também manter a sua cabeça elevada.
  • Primeiras semanas: É necessário evitar o contato durante as primeiras semanas após a operação. Se o paciente tiver sido submetido à técnica FUT, será necessário um segundo check-up no décimo segundo dia.
  • Primeiros meses: No primeiro mês não é permitido cortar o cabelo. O cabelo começará a crescer à medida que entrar na fase de crescimento do seu ciclo.

Quando você vê os resultados de um transplante capilar em Goiânia

Os resultados não serão imediatos, pois é preciso esperar que os cabelos continuem o seu ciclo de repouso e crescimento, e esta evolução é relativamente lenta. Como já dissemos, é preciso esperar alguns meses para que o cabelo comece a crescer gradualmente.

Mesmo quando já está nesta fase, o novo cabelo pode ser menos visível e os fios mais finos do que os de outras áreas, como os da área doadora, e à medida que o tempo passa, eles se tornarão mais grossos e adotarão um aspecto natural que acompanhará o resto do cabelo da pessoa. Para que o cliente fique satisfeito, este deve esperar entre 11 meses e um ano, no qual se poderá ver o resultado final do implante capilar em Goiânia.

Riscos de implante de cabelo em Goiânia

Embora muitas outras cirurgias estéticas envolvam riscos maiores do que um transplante capilar, as poucas complicações que podem ocorrer neste tipo de operação não devem ser ignoradas, ainda que a gravidade das mesmas não seja motivo de preocupação. Entre os riscos possíveis estão:

  • Má cicatrização: A cicatrização é um processo importante para curar a incisão feita quando a área doadora é removida. Em alguns casos, pode ficar mais inflamado do que deveria e, embora não seja um corte grande, pode ser mais visível do que o paciente deseja. Uma vez que é mais comum em pacientes que fumam, é mais uma razão pela qual devem deixar de fumar antes da operação, se não querem lidar com uma situação como esta.
  • Infecção: Caso a pessoa não faça uma higiene adequada, é possível que a zona da incisão fique infectada, tornando o processo pós-operatório mais delicado. Qualquer cirurgia em que seja necessário efetuar cortes precisos há possibilidade de que isso ocorra.
  • Perda de sensibilidade: Como numa operação de implante capilar, os nervos são tratados para além do próprio couro cabeludo. A área cicatrizada pode apresentar uma perda de sensibilidade, muitas vezes temporária, se recuperando após algumas semanas. Mas em alguns casos pode tornar-se permanente, embora a probabilidade deste evento seja baixa.
  • Edemas Faciais: Uma vez que esta cirurgia envolve hemorragias, o cirurgião pode injetar o chamado soro fisiológico para que isso não ocorra em grande escala. Este soro pode produzir inchaço no rosto, que também é temporário, representando apenas uma pequena parte dos casos.

 Pontos importantes sobre o transplante capilar em Goiânia

  • Em alguns casos de alopecia, a calvície pode ser total, não existindo uma área doadora. Se for esse o caso, é possível utilizar outra parte do corpo com folículos pilosos ativos, incluindo a zona púbica, como zona doadora.
  • O tipo de cabelo tem uma grande influência durante e após a operação. Na técnica DHI, o cabelo encaracolado pode ser mais difícil de ser desenhado e enxertado do que o cabelo liso. No entanto, o cabelo encaracolado, especialmente se for mais escuro e grosso, apresenta maior densidade e um resultado melhor do que o cabelo fino.
  • Não há possibilidade de queda de cabelo depois de um implante capilar em Goiânia. Isto porque os folículos pilosos enxertados crescerão permanentemente e são mais resistentes aos hormônios que promovem a queda do cabelo.
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